Por Babitonga Ativa

As entidades interessadas em fazer parte do Grupo Pró-Babitonga (GPB) devem estar atentas ao calendário eleitoral. Até 17 de abril deverão ser encaminhadas as candidaturas para o primeiro mandato do GPB, que terá duração de um ano. O grupo visa envolver os segmentos socioambiental, socioeconômico e público para aprimorar a gestão socioambiental do Ecossistema Babitonga. A eleição e posse dos participantes para o primeiro mandato do GPB ocorrerá em 18 de maio.

As inscrições devem ser encaminhadas ao Comitê Eleitoral do GPB, pessoalmente ou por correio. O Comitê terá, entre outras atribuições, a tarefa de analisar e homologar os pedidos de candidaturas.

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Uma conta que não fecha

267 Visualizações 8 mar 2017

Por Werney Serafini

Aquecimento global e alteração climática é assunto controverso. Para alguns, a temperatura da terra aumenta por influência humana. Para outros, o planeta passa por um período cíclico absolutamente natural.

Divergências a parte, poucos discordam que o meio ambiente está ficando comprometido e que os recursos naturais são consumidos rapidamente.

Segundo o economista Cláudio de Moura Castro, essa “conta ecológica” não fecha. Tampouco os argumentos dos “ecoirresponsáveis” e dos “ecobobos”, dos que acham que tudo pode em favor do crescimento econômico e dos que acham que nada pode em favor da conservação e preservação.

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Edgard Júnior, da ONU News em Nova Iorque.

Fonte: Ecodebate

A Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou que a poluição mata 1,7 milhão de crianças todos os anos no mundo. São mais de 3 mortes por segundo.

A agência da ONU lançou esta segunda-feira o relatório “Herdar um Mundo Saudável: Atlas sobre a Saúde e o Meio Ambiente das Crianças”.

Saneamento

O documento diz que mais de 25% dos óbitos de crianças com menos de cinco anos têm como causa ambientes poluídos, entre eles estão a poluição externa e a interna, neste caso, o fogão à lenha é um exemplo clássico. Além deles estão o fumo passivo, água contaminada, falta de saneamento básico e higiene inadequada.

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Uma cidade comestível

273 Visualizações 17 fev 2017

Por Werney Serafini

Werney-Serafini-capaNo interior da Inglaterra, Todmorden, uma pequena cidade, fornece verduras para seus habitantes, durante o ano todo.

Tudo começou com o projeto “The Incredible Edible Todmorden” (“A incrivelmente comestível Todmorden”), que consiste no cultivo de hortas comunitárias em espaços públicos da cidade. Os vegetais produzidos são disponibilizados gratuitamente para qualquer morador.

Mais de 40 locais na cidade, das floreiras nas ruas, ao quintal da delegacia de polícia, jardins públicos, pátios de escolas, centros de saúde e até o cemitério local. Como objetivo incentivar a comunidade a cultivar os seus próprios alimentos e sensibilizar as pessoas sobre os recursos que consomem.

O projeto levou dois anos para ‘pegar’. Na reunião de apresentação eram apenas seis pessoas. Agora é aceito por grande parte dos moradores e é divulgado nas escolas da cidade. A prática da horticultura, além de proporcionar alimentos saudáveis, aproximou as pessoas e melhorou o relacionamento entre vizinhos.

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Por Babitonga Ativa O Projeto Babitonga Ativa (Univille) convida as comunidades dos municípios de Araquari, Itapoá, Garuva e Balneário Barra do Sul a participarem do 2º Ciclo de Oficinas de Educomunicação Audiovisual. O ciclo tem o objetivo de multiplicar, de forma vivencial, os conceitos da educomunicação e a produção audiovisual participativa nas comunidades do Ecossistema Babitonga. As oficinas de educomunicação serão realizadas em conjunto com o Ciclo de Saraus Memórias da ​Babitonga, ação da Agenda Integrada de Ecocidadania facilitada pelo Projeto Babitonga Ativa. O ciclo de saraus já passou por São Francisco do Sul, em 4 de fevereiro, e Joinville, em 11 de fevereiro. As oficinas resultarão em audiovisuais com a cobertura participativa de cada um dos saraus. Leia o restante deste post »

centro - vista aérea

Não falta muito, em poucos meses Itapoá contará com um Centro de Referência em Estudos de Florestas Costeiras. O projeto, desenvolvido pela Associação de Defesa e Educação Ambiental (ADEA), iniciou há cerca de um ano e, depois de várias dificuldades, está em fase de finalização. Não houve chuva, falta de acesso ou falta de energia elétrica que evitassem a concretização desse sonho.

O Centro faz parte do projeto “Implantação do Plano de Manejo: estruturação e desenvolvimento da RPPN Fazenda Palmital (Reserva Volta Velha)”, contemplado pelo Ministério Público Federal no edital sobre a indenização depositada pela empresa Norsul – em virtude do acidente com uma barcaça em 2008, na Baia da Babitonga, em São Francisco do Sul. Seu objetivo é valorizar e estimular cada vez mais a pesquisa científica e educação ambiental na região, ou seja, estimular convênios com universidades brasileiras e estrangeiras, intensificar a produção acadêmica sobre a fauna e flora da região e promover programas de educação ambiental são apenas algumas ideias presentes no projeto.

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ICMBio e Serviço Florestal lançam revista

261 Visualizações 7 fev 2017

11O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) lançaram, na última semana, a primeira edição da Revista Gestão Florestal. “A revista tem o objetivo de ser um instrumento de divulgação das ações do projeto Gestão Florestal para a Produção Sustentável na Amazônia”, destaca Nilton Reis, gerente executivo do SFB.

Com tiragem de 2 mil exemplares, a publicação terá periodicidade semestral e também pode ser acessada online. O público-alvo da revista são os gestores públicos, técnicos, sociedade civil, empresários e pesquisadores que buscam informações sobre florestas públicas, concessões florestais e manejo florestal sustentável.

Clique aqui e confira a primeira edição da revista.

 

Informações de Nana Brasil – ICMBio.

 

 

Por Babitonga Ativa

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O Projeto Babitonga Ativa (Univille) e o Future Earth Coasts (www.futureearthcoasts.org) estão firmando parceria para o compartilhamento de informações e análises sobre os dados colhidos pelo projeto sobre o Ecossistema Babitonga. O Future Earth Coasts oferece uma plataforma para o trabalho em rede de uma comunidade de organizações, cientistas e profissionais de todas as disciplinas da ciência, da engenharia, das ciências humanas e da lei cujo foco de trabalho seja as mudanças ambientais globais, especialmente em zonas costeiras. O objetivo da parceria é dar maior valor aos resultados obtidos pelo Projeto Babitonga Ativa durante sua execução e construir redes de aprendizado internacionais para a saúde do Ecossistema Babitonga.

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Por Assessoria da ADEA

Harri Lorenzi e Vanessa LorenziAos que imaginam que apenas os 32 km de praia convidam e atraem pessoas até Itapoá, estão enganados. No último dia 23 o Centro de Referência em Estudos de Florestas Costeiras recebeu a visita de Harri Lorenzi e de sua esposa Vanessa Lorenzi. Conhecidos pelo envolvimento com as questões ambientais, o casal visitou as obras do Centro e puderam conferir parte dos grandes potenciais do município: a proteção ao meio ambiente.

Harri Lorenzi é engenheiro agrônomo, autor de dezenas de livros sobre plantas e fundador do Instituto Plantarum que, além de uma editora, conta com um laboratório, um jardim botânico e um herbário. Seu vasto conhecimento sobre a flora brasileira veio a somar nos projetos do Centro e, da mesma forma, reafirmar a importância de um espaço para estudos e pesquisas em Itapoá.

Em breve o Centro estará finalizado e contará com programações de visitas para a comunidade local.

Balneabilidade

283 Visualizações 31 jan 2017

Por Werney Serafini

Werney-Serafini-capaCidades litorâneas, especialmente no verão, atraem milhares de pessoas em busca de lazer e entretenimento a beira mar.

Santa Catarina tem no turismo de sol e mar importante atividade econômica, abrigando empreendimentos que dependem da balneabilidade das suas praias. Atributo indispensável: águas limpas e sem poluição.

A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) presta aos turistas e a população, um serviço de utilidade pública: o monitoramento da qualidade da água do mar nas praias catarinenses.

Pesquisas sobre as condições de balneabilidade são realizadas em inúmeros balneários, apontando se as águas estão PRÓPRIAS ou IMPRÓPRIAS para o banho no mar, se estão ou não contaminadas por efluentes de esgoto doméstico.

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