Você sabia que estudos projetam para 2035 o ano de extinção das abelhas?

Confira a matéria publicada no site EcoDebate, produzida pela Rádio USP.

 Clique aqui e escute a matéria na íntegra.
 ” O uso indiscriminado de agrotóxicos está acabando com as abelhas e esse é um problema mundial. As consequências são sentidas diretamente na produção de alimentos. É que as abelhas são responsáveis pela polinização das plantas.

As plantas que têm flor precisam ser polinizadas para produzir sementes e sobreviver. Quem faz esse trabalho são as abelhas. E cerca de dois terços da dieta dos seres humanos vêm de plantas polinizadas. A continuar nesse ritmo, estudos acadêmicos indicam que em 2035 as abelhas estarão extintas.

O professor aposentado Lionel Segui Gonçalves, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, é um dos maiores especialistas em abelhas no Brasil. Ele alerta para a extinção gradual do inseto e aponta soluções para reverter o quadro. Entre as soluções apontadas, estão o fim do uso de agrotóxicos nocivos às abelhas e o aumento de plantio de árvores para aumentar a polinização das flores”.

Publicado em 23/06/2017 – EcoDebate.

 

 

A ADEA (Associação de Defesa e Educação Ambiental), no uso das suas atribuições legais e regimentais, torna pública a prorrogação de prazo do edital 001/2017 que atualiza o Art. 4º, referente ao prazo de inscrição dos monitores para o projeto ¨Resgatando Memórias, Fortalecendo Tradições¨ conforme segue:

DA INSCRIÇÃO

Art. 4º A inscrição dos monitores deverá ocorrer entre os dias 02 e 23 de junho mediante envio de correio eletrônico ao endereço adea.itapoa@gmail.com.

Unidades de Conservação em Itapoá

650 Visualizações 6 jun 2017

Por Werney Serafini

A criação de Unidades de Conservação envolve, basicamente, duas questões. Uma, com a ideia da organização do espaço para desenvolvimento de atividades voltadas ao lazer, ao convívio, e as práticas esportivas, agregando-as as condições ambientais. Outra, priorizando a manutenção, a regeneração e a recuperação ambiental, tratando a organização do espaço a partir da integração dos ecossistemas, pressupondo linearidade e conexão entre as estruturas, para promover a biodiversidade animal e vegetal, a drenagem, o controle da erosão e outros tantos serviços ambientais que garantem a conservação dos sistemas naturais.

As bacias hidrográficas, estão servindo como base para uma nova concepção sobre o uso e a ocupação territorial. As áreas marginais aos rios e cursos d’água existentes nas cidades, servindo também ao lazer, a circulação de pedestres e ciclistas, qualificam o espaço urbano.

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A ADEA lança hoje (2) o edital de convocação para eleição de monitores para o projeto “Resgatando memórias, fortalecendo tradições”. O edital prevê a contratação de três monitores para o projeto, com experiência comprovável em produção audiovisual e/ou educomunicação. As inscrições iniciam hoje e vão até o dia 13 de junho.

Clique aqui e confira o edital completo.

 

 

 

O sistema acompanha automaticamente o curso do sol, o que aumenta seu rendimento em até 40%.

Por Ciclo Vivo

Já imaginou produzir energia sem esforço em seu próprio jardim? A empresa austríaca smartflower tornou essa questão muito mais fácil e prática criando uma sistema completo e autônomo de geração e armazenamento de energia solar. Por possuir bateria integrada, o smartflower POP+, fornece energia limpa mesmo em dias nublados, suprindo o consumo de eletricidade de um lar inteiro.

O primeiro diferencial do equipamento smartflower POP+, é que ele acompanha automaticamente o curso do sol, o que aumenta seu rendimento em até 40% a mais que um sistema solar estático. Quando o sol se põe, a usina de energia solar automaticamente dobra-se para a posição segura.

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O papel dos macacos no ciclo da febre amarela

2.293 Visualizações 7 maio 2017
Por Comunicação ICMBio

Sagui – Flona Açu (Nelson Yoneda)

Os animais não transmitem o vírus. Eles são vítimas. E, ao serem contaminados, fazem o papel de “sentinela”, alertando para o surgimento da doença. O vilão é o mosquito transmissor.
Com o atual surto de febre amarela no Brasil, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) busca esclarecer o papel dos macacos no ciclo da doença, que, assim como os humanos, são apenas vítimas do vírus. A doença que é caracterizada como infecciosa aguda, não contagiosa, febril e de natureza viral, se mantém nas regiões tropicais da América do Sul e Central e da África. No Brasil, tem caráter sazonal, ocorrendo mais frequentemente entre os meses de dezembro a maio, quando fatores ambientais (como o aumento de chuvas e de temperatura) propiciam o aumento da densidade dos vetores (mosquitos).

Introdução à gastronomia sustentável

598 Visualizações 2 abr 2017

Por Araiane Guedes Guizolf Adur*

O entendimento acerca deste tema está intrinsecamente ligado a um conjunto de condicionantes que perpassam todo o modo de vida, a alimentação pode ser erroneamente vista como um ato banal, no entanto, ocupa uma função estruturante na organização das sociedades. Existe uma distância considerável entre a prática alimentar, lugar em que percebemos marcadores identitários que nos proporcionam um reconhecimento dos códigos de diferenciação social, e o caminho percorrido pelas matérias-primas para que sejam então reconhecidas como alimento.

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Por Babitonga Ativa

As entidades interessadas em fazer parte do Grupo Pró-Babitonga (GPB) devem estar atentas ao calendário eleitoral. Até 17 de abril deverão ser encaminhadas as candidaturas para o primeiro mandato do GPB, que terá duração de um ano. O grupo visa envolver os segmentos socioambiental, socioeconômico e público para aprimorar a gestão socioambiental do Ecossistema Babitonga. A eleição e posse dos participantes para o primeiro mandato do GPB ocorrerá em 18 de maio.

As inscrições devem ser encaminhadas ao Comitê Eleitoral do GPB, pessoalmente ou por correio. O Comitê terá, entre outras atribuições, a tarefa de analisar e homologar os pedidos de candidaturas.

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Uma conta que não fecha

419 Visualizações 8 mar 2017

Por Werney Serafini

Aquecimento global e alteração climática é assunto controverso. Para alguns, a temperatura da terra aumenta por influência humana. Para outros, o planeta passa por um período cíclico absolutamente natural.

Divergências a parte, poucos discordam que o meio ambiente está ficando comprometido e que os recursos naturais são consumidos rapidamente.

Segundo o economista Cláudio de Moura Castro, essa “conta ecológica” não fecha. Tampouco os argumentos dos “ecoirresponsáveis” e dos “ecobobos”, dos que acham que tudo pode em favor do crescimento econômico e dos que acham que nada pode em favor da conservação e preservação.

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Edgard Júnior, da ONU News em Nova Iorque.

Fonte: Ecodebate

A Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou que a poluição mata 1,7 milhão de crianças todos os anos no mundo. São mais de 3 mortes por segundo.

A agência da ONU lançou esta segunda-feira o relatório “Herdar um Mundo Saudável: Atlas sobre a Saúde e o Meio Ambiente das Crianças”.

Saneamento

O documento diz que mais de 25% dos óbitos de crianças com menos de cinco anos têm como causa ambientes poluídos, entre eles estão a poluição externa e a interna, neste caso, o fogão à lenha é um exemplo clássico. Além deles estão o fumo passivo, água contaminada, falta de saneamento básico e higiene inadequada.

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