O sistema acompanha automaticamente o curso do sol, o que aumenta seu rendimento em até 40%.

Por Ciclo Vivo

Já imaginou produzir energia sem esforço em seu próprio jardim? A empresa austríaca smartflower tornou essa questão muito mais fácil e prática criando uma sistema completo e autônomo de geração e armazenamento de energia solar. Por possuir bateria integrada, o smartflower POP+, fornece energia limpa mesmo em dias nublados, suprindo o consumo de eletricidade de um lar inteiro.

O primeiro diferencial do equipamento smartflower POP+, é que ele acompanha automaticamente o curso do sol, o que aumenta seu rendimento em até 40% a mais que um sistema solar estático. Quando o sol se põe, a usina de energia solar automaticamente dobra-se para a posição segura.

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O papel dos macacos no ciclo da febre amarela

36 Visualizações 7 maio 2017
Por Comunicação ICMBio

Sagui – Flona Açu (Nelson Yoneda)

Os animais não transmitem o vírus. Eles são vítimas. E, ao serem contaminados, fazem o papel de “sentinela”, alertando para o surgimento da doença. O vilão é o mosquito transmissor.
Com o atual surto de febre amarela no Brasil, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) busca esclarecer o papel dos macacos no ciclo da doença, que, assim como os humanos, são apenas vítimas do vírus. A doença que é caracterizada como infecciosa aguda, não contagiosa, febril e de natureza viral, se mantém nas regiões tropicais da América do Sul e Central e da África. No Brasil, tem caráter sazonal, ocorrendo mais frequentemente entre os meses de dezembro a maio, quando fatores ambientais (como o aumento de chuvas e de temperatura) propiciam o aumento da densidade dos vetores (mosquitos).

Introdução à gastronomia sustentável

181 Visualizações 2 abr 2017

Por Araiane Guedes Guizolf Adur*

O entendimento acerca deste tema está intrinsecamente ligado a um conjunto de condicionantes que perpassam todo o modo de vida, a alimentação pode ser erroneamente vista como um ato banal, no entanto, ocupa uma função estruturante na organização das sociedades. Existe uma distância considerável entre a prática alimentar, lugar em que percebemos marcadores identitários que nos proporcionam um reconhecimento dos códigos de diferenciação social, e o caminho percorrido pelas matérias-primas para que sejam então reconhecidas como alimento.

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Por Babitonga Ativa

As entidades interessadas em fazer parte do Grupo Pró-Babitonga (GPB) devem estar atentas ao calendário eleitoral. Até 17 de abril deverão ser encaminhadas as candidaturas para o primeiro mandato do GPB, que terá duração de um ano. O grupo visa envolver os segmentos socioambiental, socioeconômico e público para aprimorar a gestão socioambiental do Ecossistema Babitonga. A eleição e posse dos participantes para o primeiro mandato do GPB ocorrerá em 18 de maio.

As inscrições devem ser encaminhadas ao Comitê Eleitoral do GPB, pessoalmente ou por correio. O Comitê terá, entre outras atribuições, a tarefa de analisar e homologar os pedidos de candidaturas.

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Uma conta que não fecha

112 Visualizações 8 mar 2017

Por Werney Serafini

Aquecimento global e alteração climática é assunto controverso. Para alguns, a temperatura da terra aumenta por influência humana. Para outros, o planeta passa por um período cíclico absolutamente natural.

Divergências a parte, poucos discordam que o meio ambiente está ficando comprometido e que os recursos naturais são consumidos rapidamente.

Segundo o economista Cláudio de Moura Castro, essa “conta ecológica” não fecha. Tampouco os argumentos dos “ecoirresponsáveis” e dos “ecobobos”, dos que acham que tudo pode em favor do crescimento econômico e dos que acham que nada pode em favor da conservação e preservação.

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Edgard Júnior, da ONU News em Nova Iorque.

Fonte: Ecodebate

A Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou que a poluição mata 1,7 milhão de crianças todos os anos no mundo. São mais de 3 mortes por segundo.

A agência da ONU lançou esta segunda-feira o relatório “Herdar um Mundo Saudável: Atlas sobre a Saúde e o Meio Ambiente das Crianças”.

Saneamento

O documento diz que mais de 25% dos óbitos de crianças com menos de cinco anos têm como causa ambientes poluídos, entre eles estão a poluição externa e a interna, neste caso, o fogão à lenha é um exemplo clássico. Além deles estão o fumo passivo, água contaminada, falta de saneamento básico e higiene inadequada.

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Uma cidade comestível

119 Visualizações 17 fev 2017

Por Werney Serafini

Werney-Serafini-capaNo interior da Inglaterra, Todmorden, uma pequena cidade, fornece verduras para seus habitantes, durante o ano todo.

Tudo começou com o projeto “The Incredible Edible Todmorden” (“A incrivelmente comestível Todmorden”), que consiste no cultivo de hortas comunitárias em espaços públicos da cidade. Os vegetais produzidos são disponibilizados gratuitamente para qualquer morador.

Mais de 40 locais na cidade, das floreiras nas ruas, ao quintal da delegacia de polícia, jardins públicos, pátios de escolas, centros de saúde e até o cemitério local. Como objetivo incentivar a comunidade a cultivar os seus próprios alimentos e sensibilizar as pessoas sobre os recursos que consomem.

O projeto levou dois anos para ‘pegar’. Na reunião de apresentação eram apenas seis pessoas. Agora é aceito por grande parte dos moradores e é divulgado nas escolas da cidade. A prática da horticultura, além de proporcionar alimentos saudáveis, aproximou as pessoas e melhorou o relacionamento entre vizinhos.

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Por Babitonga Ativa O Projeto Babitonga Ativa (Univille) convida as comunidades dos municípios de Araquari, Itapoá, Garuva e Balneário Barra do Sul a participarem do 2º Ciclo de Oficinas de Educomunicação Audiovisual. O ciclo tem o objetivo de multiplicar, de forma vivencial, os conceitos da educomunicação e a produção audiovisual participativa nas comunidades do Ecossistema Babitonga. As oficinas de educomunicação serão realizadas em conjunto com o Ciclo de Saraus Memórias da ​Babitonga, ação da Agenda Integrada de Ecocidadania facilitada pelo Projeto Babitonga Ativa. O ciclo de saraus já passou por São Francisco do Sul, em 4 de fevereiro, e Joinville, em 11 de fevereiro. As oficinas resultarão em audiovisuais com a cobertura participativa de cada um dos saraus. Leia o restante deste post »

centro - vista aérea

Não falta muito, em poucos meses Itapoá contará com um Centro de Referência em Estudos de Florestas Costeiras. O projeto, desenvolvido pela Associação de Defesa e Educação Ambiental (ADEA), iniciou há cerca de um ano e, depois de várias dificuldades, está em fase de finalização. Não houve chuva, falta de acesso ou falta de energia elétrica que evitassem a concretização desse sonho.

O Centro faz parte do projeto “Implantação do Plano de Manejo: estruturação e desenvolvimento da RPPN Fazenda Palmital (Reserva Volta Velha)”, contemplado pelo Ministério Público Federal no edital sobre a indenização depositada pela empresa Norsul – em virtude do acidente com uma barcaça em 2008, na Baia da Babitonga, em São Francisco do Sul. Seu objetivo é valorizar e estimular cada vez mais a pesquisa científica e educação ambiental na região, ou seja, estimular convênios com universidades brasileiras e estrangeiras, intensificar a produção acadêmica sobre a fauna e flora da região e promover programas de educação ambiental são apenas algumas ideias presentes no projeto.

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ICMBio e Serviço Florestal lançam revista

150 Visualizações 7 fev 2017

11O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) lançaram, na última semana, a primeira edição da Revista Gestão Florestal. “A revista tem o objetivo de ser um instrumento de divulgação das ações do projeto Gestão Florestal para a Produção Sustentável na Amazônia”, destaca Nilton Reis, gerente executivo do SFB.

Com tiragem de 2 mil exemplares, a publicação terá periodicidade semestral e também pode ser acessada online. O público-alvo da revista são os gestores públicos, técnicos, sociedade civil, empresários e pesquisadores que buscam informações sobre florestas públicas, concessões florestais e manejo florestal sustentável.

Clique aqui e confira a primeira edição da revista.

 

Informações de Nana Brasil – ICMBio.