Baía Babitonga é tema de pesquisa alemã

155 Visualizações 12 out 2018

Que a nossa Babitonga é cheia de encantos e peculiaridades ambientais a gente já sabe, mas sabe qual é a novidade? A Baía é tema de trabalho da pesquisadora alemã Theresa Schwenk, doutoranda da Universidade de Bremen.

De longe, ela veio para cá estudar as redes socioambientais presentes na Baía Babitonga (entendendo redes sociais como as relações interpessoais que existem). Segundo ela, seu objetivo é criar mapas com os diferentes atores e as linhas de conexão da área socioambiental presentes, as entidades existentes, como elas se relacionam entre si e com que frequência. Essa análise contará com uma comparação do período 2013-2015 e 2015-2017.

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Você conhece a equipe da ADEA?

549 Visualizações 3 out 2018

 

Como você já conferiu, diferentes perfis fazem parte da equipe multidisciplinar de voluntários da ADEA. Entre as diferentes motivações, está a paixão em aprender e ensinar de Carolina Guedes da Silva.

Formada em ciências biológicas, Carolina faz parte da ADEA há cinco anos. Os motivos para dedicar seu tempo à associação são vários, mas destaca: “Acredito no potencial existente nas pequenas ações do dia a dia e na força da organização da sociedade civil em prol da saúde de nosso ambiente”, afirma. Além disso, como profunda admiradora da natureza, tem prazer em contribuir “para manter este grande tesouro natural que existe em Itapoá, colaborando para o encantamento e (re)conexão das pessoas com a natureza”.

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Vamos começar a semana com mais um capítulo do livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”? Escrito pelo renomado João José Bigarella, fundador da Associação em 1974, o livro reúne alguns artigos de sua história e luta pelo meio ambiente no estado do Paraná, especialmente o seu olhar cuidadoso e todos seus esforços pela Serra do Mar.

O artigo de hoje é “Questões de diretas ou indiretas”, de 15 de março de 1984.

Boa leitura!

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Confira mais um capítulo do livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”, de João José Bigarella, fundador da ADEA. O artigo de hoje é “Incúria Governamental”, publicado no jornal Gazeta do Povo, de Curitiba -PR, em 26 de fevereiro de 1984.

Mais de 30 anos depois, a mensagem do professor continua atual: “O tempo é curto!… É preciso agir agora, para o bem de nossa terra!”

Boa leitura!

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Foto: Prefeitura de Itapoá

Na última sexta-feira (14), o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA) se reuniu ordinariamente para tratar da aprovação do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica de Itapoá (PMMA).

Na ocasião, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente apresentou o Plano e todos as etapas de elaboração, e o plenário aprovou por unanimidade. Conforme a Prefeitura de Itapoá: Diferente de outros planos, que demandam a instituição por atos normativos do Executivo ou Legislativo, a aprovação dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA) é garantida aos Conselhos Municipais de Meio Ambiente pela Lei da Mata Atlântica (Lei nº 11.428/2006), que traz em seu artigo 38 esta determinação, que é reforçada pelo artigo 43 do Decreto Federal nº 6.660/2008.

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Seguindo o objetivo de conhecermos um pouco mais sobre quem faz a ADEA acontecer, o perfil de hoje é de Werney Zuñeda Serafini.

Quando se fala em ADEA, para muitos é a imagem de Werney Zuñeda Serafini que logo aparece à mente, não é mesmo? A frente de muitas atividades da associação, ele é mais uma das pessoas que faz parte da equipe.

Natural de Curitiba, frequenta Itapoá desde 1958 e, desde 2002, escolheu a cidade como novo lar. Dois anos após a mudança definitiva, em 2004, ingressou na ADEA. A associação foi conhecida por ele através da Reserva Volta Velha, onde a ADEA atuava. Na época, o biólogo Lúcio Machado, da família dos proprietários da reserva, o procurou para apoio na implantação do projeto de educação ambiental para alunos das escolas públicas e privadas, com uma metodologia criada pelo Glen Helen Outdoor Education Center de Ohio/USA. “Conheci então, o jovem Engenheiro Florestal Juarez Michelotti, que estagiou no instituto americano e pretendia trazer o método para o Brasil. Achei a metodologia interessante e apropriada para conscientizar e sensibilizar as pessoas para as questões ambientais, notadamente em Itapoá, onde minha família manteve empreendimento agropecuário desde os anos 50 e acompanhei, mesmo à distância, o desenvolvimento do município, pois tinha planos de morar no local”, conta.

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Seguindo a série de publicações do livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”, o artigo de hoje é “A piada do IBDF”, o qual o professor fala sobre o o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal. Sua publicação foi no jornal Gazeta do Povo, de Curitiba -PR, em 08 de fevereiro de 1984.

Essa série semanal de artigos busca reviver a história e instigar o nosso pensamento crítico através das sábias palavras de João José Bigarella, fundador da Associação em 1974.

 

Boa leitura!

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Leitura para reviver o passado e instigar o futuro

258 Visualizações 28 jun 2018

Reler artigos é reviver histórias. É isso que o livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”, nos propõem: reviver um pouco da história da ADEA.

Escrito pelo renomado João José Bigarella, fundador da Associação em 1974, o livro reúne alguns artigos de sua história e luta pelo meio ambiente no estado do Paraná, especialmente o seu olhar cuidadoso e todos seus esforços pela Serra do Mar.

Como Luciano Pizzatto traz logo nas primeiras páginas da obra: “A leitura dos artigos publicados pelo Dr. Bigarella, muitas vezes nos levam a discordar em tese de algumas posições, mas jamais, deixar de compreender a elevação e importância da sua mensagem”.

E é dessa forma, para não deixar morrer as mensagens e esforços desse grande homem que iniciamos uma nova série de publicações. A cada semana um artigo será publicado na íntegra. Mais do que reviver a história e homenagear o professor Bigarella, as publicações buscam instigar o pensamento crítico sobre todas as lutas que a ADEA já esteve presente e instigar novas que ainda virão.

Boa leitura!

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Entre lembranças de décadas atrás e o desejo de um futuro com desenvolvimento sustentável, encontramos a motivação de Pedro Silvano Gunther para fazer parte da equipe da ADEA. O atual vice-presidente da associação conta que frequenta a cidade há 54 anos e, mesmo com a memória de ter que enfrentar atoleiros, estradas alagadas e outros desafios para chegar até o município, fica a doce lembrança de desfrutar a natureza intocada, tanto na praia como na mata. “Cresci imaginando que também era minha obrigação preservar o mais possível esse ambiente para as futuras gerações”, conta.

Com esse desejo, hoje é defensor do desenvolvimento sustentável e considera o trabalho da ADEA como um exemplo de bom senso e equilíbrio, cuidando do homem e da natureza na medida certa.

Associado há cinco anos, Pedro ingressou na ADEA a partir de um convite de Werney Serafini para colaborar na criação do site e do boletim eletrônico da associação. “Durante muitos anos era eu quem postava no site as notícias já editadas e depois preparava o boletim eletrônico, que era quinzenal”, lembra. Pedro foi responsável pelo registro do domínio da associação na internet e pela criação de veículos de comunicação como o site e boletim eletrônico, bem como pela escolha e contratação do sistema de envio de e-mails. Hoje atua no cargo de vice-presidente.

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Você conhece a equipe da ADEA?

329 Visualizações 7 maio 2018

Continue conhecendo as pessoas que fazem a ADEA e seus projetos acontecerem. O perfil de hoje é de Augusta Fehrmann Gern.

Pra quem acha que a ADEA é formada apenas por pessoas com formações ambientais, está enganado. A associação conta com uma equipe multidisciplinar, onde diferentes áreas trabalham em conjunto e em prol do meio ambiente. Dentro da equipe, por exemplo, a área da comunicação também está presente.

Formada em jornalismo e mestre em comunicação, Augusta Gern é integrante da equipe desde maio de 2012. Há seis anos, recebeu o convite para fazer parte e logo aceitou: “Sempre me interessei muito pelas questões ambientais e essa foi uma forma de aprender mais e poder colaborar com a minha cidade”, conta. Moradora de Itapoá há 12 anos, a joinvilense iniciou o trabalho voluntário com a elaboração de algumas matérias jornalísticas para o Adeanewsletter e hoje atua diretamente na comunicação da associação, com a produção de conteúdo e gerenciamento dos canais e redes sociais.

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