Por Augusta Gern

Foto cedida pela família de Padre Pedro, Piet Van Der Art.

Grandes projetos não nascem sozinhos. Uma série de motivações e pessoas geralmente estão atrás de boas ideias. Na RPPN Reserva Volta Velha, em Itapoá, isso não é diferente. Criada há 25 anos, ela é fruto de muita vontade, desejo de preservação e também motivações de uma pessoa: Piet Van Der Art, mais conhecido como Padre Pedro.

Holandês, o padre missionário conheceu a família Machado, proprietária da RPPN Reserva Volta Velha, nos anos 80. Como professor de teologia da PUC Paraná, encaminhou suas aulas para temas de ciências naturais, teorias da evolução e conservação, sempre colocando a natureza como elemento de ligação entre Deus e o homem. Sua formação acadêmica era vasta: doutor em teologia, geologia e biologia. Era missionário Marista e, com isso, teve oportunidade de viver em diferentes países, como a Nova Zelândia, Alemanha e Brasil. De sua paixão pela natureza se dedicou muito ao estudo das plantas, em especial a fitossociologia. Esse e outros diferentes conhecimentos, a mente aberta e o desejo de ensinar, é claro, encantou os alunos.

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Que tal aprender a fazer um vídeo que mostre a cultura e as tradições de sua comunidade?

O projeto “Resgatando memórias, fortalecendo tradições” está com inscrições abertas para os moradores das comunidades do Pontal, Figueira e Jaguaruna. As inscrições podem ser feitas online (clique aqui) ou pessoalmente, nos dias 10 e 14 de julho, das 16h30 às 18h30, no Centro de Treinamento do Porto Itapoá.

As vagas são limitadas e serão preenchidas de acordo com as categorias: estudante, professor, pai/mãe com filho estudante e comunidade em geral. Assim, caso tenha interesse, é importante já garantir sua vaga.

O projeto realizará oficinas sobre roteiro e produção de vídeos, captação de áudio, imagens e direção, além de edição e finalização audiovisual. Ao final, os participantes irão produzir um vídeo sobre a sua cultura e tradições. Todas as oficinas serão realizadas na Escola Municipal João Monteiro Cabral e iniciarão em agosto.

Esta é uma iniciativa da ADEA, desenvolvida a partir do projeto Ampliar, do Porto Itapoá.

Clique aqui e faça sua inscrição.

 

Mais informações pelo e-mail: adea.itapoa@gmail.com

Que tal aprender a fazer um vídeo que mostre a cultura e as tradições de sua comunidade?

O projeto “Resgatando memórias, fortalecendo tradições” está com inscrições abertas para os moradores das comunidades do Pontal, Figueira e Jaguaruna.  A iniciativa realizará oficinas sobre roteiro e produção de vídeos, captação de áudio, imagens e direção, além de edição e finalização audiovisual. Ao final, os participantes irão produzir um vídeo sobre a sua cultura e tradições.

As inscrições serão realizadas nos dias 10 e 14 de julho, das 16h30 às 18h30, no Centro de Treinamento do Porto Itapoá. Todos os interessados dessas comunidades, a partir de 12 anos de idade, podem participar.

As oficinas iniciarão em agosto, na Escola João Monteiro Cabral.

Mais informações pelo e-mail: adea.itapoa@gmail.com

 

Você sabia que estudos projetam para 2035 o ano de extinção das abelhas?

Confira a matéria publicada no site EcoDebate, produzida pela Rádio USP.

 Clique aqui e escute a matéria na íntegra.
 ” O uso indiscriminado de agrotóxicos está acabando com as abelhas e esse é um problema mundial. As consequências são sentidas diretamente na produção de alimentos. É que as abelhas são responsáveis pela polinização das plantas.

As plantas que têm flor precisam ser polinizadas para produzir sementes e sobreviver. Quem faz esse trabalho são as abelhas. E cerca de dois terços da dieta dos seres humanos vêm de plantas polinizadas. A continuar nesse ritmo, estudos acadêmicos indicam que em 2035 as abelhas estarão extintas.

O professor aposentado Lionel Segui Gonçalves, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, é um dos maiores especialistas em abelhas no Brasil. Ele alerta para a extinção gradual do inseto e aponta soluções para reverter o quadro. Entre as soluções apontadas, estão o fim do uso de agrotóxicos nocivos às abelhas e o aumento de plantio de árvores para aumentar a polinização das flores”.

Publicado em 23/06/2017 – EcoDebate.

 

 

A ADEA (Associação de Defesa e Educação Ambiental), no uso das suas atribuições legais e regimentais, torna pública a prorrogação de prazo do edital 001/2017 que atualiza o Art. 4º, referente ao prazo de inscrição dos monitores para o projeto ¨Resgatando Memórias, Fortalecendo Tradições¨ conforme segue:

DA INSCRIÇÃO

Art. 4º A inscrição dos monitores deverá ocorrer entre os dias 02 e 23 de junho mediante envio de correio eletrônico ao endereço adea.itapoa@gmail.com.

Unidades de Conservação em Itapoá

207 Visualizações 6 jun 2017

Por Werney Serafini

A criação de Unidades de Conservação envolve, basicamente, duas questões. Uma, com a ideia da organização do espaço para desenvolvimento de atividades voltadas ao lazer, ao convívio, e as práticas esportivas, agregando-as as condições ambientais. Outra, priorizando a manutenção, a regeneração e a recuperação ambiental, tratando a organização do espaço a partir da integração dos ecossistemas, pressupondo linearidade e conexão entre as estruturas, para promover a biodiversidade animal e vegetal, a drenagem, o controle da erosão e outros tantos serviços ambientais que garantem a conservação dos sistemas naturais.

As bacias hidrográficas, estão servindo como base para uma nova concepção sobre o uso e a ocupação territorial. As áreas marginais aos rios e cursos d’água existentes nas cidades, servindo também ao lazer, a circulação de pedestres e ciclistas, qualificam o espaço urbano.

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A ADEA lança hoje (2) o edital de convocação para eleição de monitores para o projeto “Resgatando memórias, fortalecendo tradições”. O edital prevê a contratação de três monitores para o projeto, com experiência comprovável em produção audiovisual e/ou educomunicação. As inscrições iniciam hoje e vão até o dia 13 de junho.

Clique aqui e confira o edital completo.

 

 

 

O sistema acompanha automaticamente o curso do sol, o que aumenta seu rendimento em até 40%.

Por Ciclo Vivo

Já imaginou produzir energia sem esforço em seu próprio jardim? A empresa austríaca smartflower tornou essa questão muito mais fácil e prática criando uma sistema completo e autônomo de geração e armazenamento de energia solar. Por possuir bateria integrada, o smartflower POP+, fornece energia limpa mesmo em dias nublados, suprindo o consumo de eletricidade de um lar inteiro.

O primeiro diferencial do equipamento smartflower POP+, é que ele acompanha automaticamente o curso do sol, o que aumenta seu rendimento em até 40% a mais que um sistema solar estático. Quando o sol se põe, a usina de energia solar automaticamente dobra-se para a posição segura.

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O papel dos macacos no ciclo da febre amarela

290 Visualizações 7 maio 2017
Por Comunicação ICMBio

Sagui – Flona Açu (Nelson Yoneda)

Os animais não transmitem o vírus. Eles são vítimas. E, ao serem contaminados, fazem o papel de “sentinela”, alertando para o surgimento da doença. O vilão é o mosquito transmissor.
Com o atual surto de febre amarela no Brasil, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) busca esclarecer o papel dos macacos no ciclo da doença, que, assim como os humanos, são apenas vítimas do vírus. A doença que é caracterizada como infecciosa aguda, não contagiosa, febril e de natureza viral, se mantém nas regiões tropicais da América do Sul e Central e da África. No Brasil, tem caráter sazonal, ocorrendo mais frequentemente entre os meses de dezembro a maio, quando fatores ambientais (como o aumento de chuvas e de temperatura) propiciam o aumento da densidade dos vetores (mosquitos).

Introdução à gastronomia sustentável

339 Visualizações 2 abr 2017

Por Araiane Guedes Guizolf Adur*

O entendimento acerca deste tema está intrinsecamente ligado a um conjunto de condicionantes que perpassam todo o modo de vida, a alimentação pode ser erroneamente vista como um ato banal, no entanto, ocupa uma função estruturante na organização das sociedades. Existe uma distância considerável entre a prática alimentar, lugar em que percebemos marcadores identitários que nos proporcionam um reconhecimento dos códigos de diferenciação social, e o caminho percorrido pelas matérias-primas para que sejam então reconhecidas como alimento.

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