Seguindo o objetivo de conhecermos um pouco mais sobre quem faz a ADEA acontecer, o perfil de hoje é de Werney Zuñeda Serafini.

Quando se fala em ADEA, para muitos é a imagem de Werney Zuñeda Serafini que logo aparece à mente, não é mesmo? A frente de muitas atividades da associação, ele é mais uma das pessoas que faz parte da equipe.

Natural de Curitiba, frequenta Itapoá desde 1958 e, desde 2002, escolheu a cidade como novo lar. Dois anos após a mudança definitiva, em 2004, ingressou na ADEA. A associação foi conhecida por ele através da Reserva Volta Velha, onde a ADEA atuava. Na época, o biólogo Lúcio Machado, da família dos proprietários da reserva, o procurou para apoio na implantação do projeto de educação ambiental para alunos das escolas públicas e privadas, com uma metodologia criada pelo Glen Helen Outdoor Education Center de Ohio/USA. “Conheci então, o jovem Engenheiro Florestal Juarez Michelotti, que estagiou no instituto americano e pretendia trazer o método para o Brasil. Achei a metodologia interessante e apropriada para conscientizar e sensibilizar as pessoas para as questões ambientais, notadamente em Itapoá, onde minha família manteve empreendimento agropecuário desde os anos 50 e acompanhei, mesmo à distância, o desenvolvimento do município, pois tinha planos de morar no local”, conta.

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Seguindo a série de publicações do livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”, o artigo de hoje é “A piada do IBDF”, o qual o professor fala sobre o o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal. Sua publicação foi no jornal Gazeta do Povo, de Curitiba -PR, em 08 de fevereiro de 1984.

Essa série semanal de artigos busca reviver a história e instigar o nosso pensamento crítico através das sábias palavras de João José Bigarella, fundador da Associação em 1974.

 

Boa leitura!

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Leitura para reviver o passado e instigar o futuro

170 Visualizações 28 jun 2018

Reler artigos é reviver histórias. É isso que o livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”, nos propõem: reviver um pouco da história da ADEA.

Escrito pelo renomado João José Bigarella, fundador da Associação em 1974, o livro reúne alguns artigos de sua história e luta pelo meio ambiente no estado do Paraná, especialmente o seu olhar cuidadoso e todos seus esforços pela Serra do Mar.

Como Luciano Pizzatto traz logo nas primeiras páginas da obra: “A leitura dos artigos publicados pelo Dr. Bigarella, muitas vezes nos levam a discordar em tese de algumas posições, mas jamais, deixar de compreender a elevação e importância da sua mensagem”.

E é dessa forma, para não deixar morrer as mensagens e esforços desse grande homem que iniciamos uma nova série de publicações. A cada semana um artigo será publicado na íntegra. Mais do que reviver a história e homenagear o professor Bigarella, as publicações buscam instigar o pensamento crítico sobre todas as lutas que a ADEA já esteve presente e instigar novas que ainda virão.

Boa leitura!

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Entre lembranças de décadas atrás e o desejo de um futuro com desenvolvimento sustentável, encontramos a motivação de Pedro Silvano Gunther para fazer parte da equipe da ADEA. O atual vice-presidente da associação conta que frequenta a cidade há 54 anos e, mesmo com a memória de ter que enfrentar atoleiros, estradas alagadas e outros desafios para chegar até o município, fica a doce lembrança de desfrutar a natureza intocada, tanto na praia como na mata. “Cresci imaginando que também era minha obrigação preservar o mais possível esse ambiente para as futuras gerações”, conta.

Com esse desejo, hoje é defensor do desenvolvimento sustentável e considera o trabalho da ADEA como um exemplo de bom senso e equilíbrio, cuidando do homem e da natureza na medida certa.

Associado há cinco anos, Pedro ingressou na ADEA a partir de um convite de Werney Serafini para colaborar na criação do site e do boletim eletrônico da associação. “Durante muitos anos era eu quem postava no site as notícias já editadas e depois preparava o boletim eletrônico, que era quinzenal”, lembra. Pedro foi responsável pelo registro do domínio da associação na internet e pela criação de veículos de comunicação como o site e boletim eletrônico, bem como pela escolha e contratação do sistema de envio de e-mails. Hoje atua no cargo de vice-presidente.

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Você conhece a equipe da ADEA?

241 Visualizações 7 maio 2018

Continue conhecendo as pessoas que fazem a ADEA e seus projetos acontecerem. O perfil de hoje é de Augusta Fehrmann Gern.

Pra quem acha que a ADEA é formada apenas por pessoas com formações ambientais, está enganado. A associação conta com uma equipe multidisciplinar, onde diferentes áreas trabalham em conjunto e em prol do meio ambiente. Dentro da equipe, por exemplo, a área da comunicação também está presente.

Formada em jornalismo e mestre em comunicação, Augusta Gern é integrante da equipe desde maio de 2012. Há seis anos, recebeu o convite para fazer parte e logo aceitou: “Sempre me interessei muito pelas questões ambientais e essa foi uma forma de aprender mais e poder colaborar com a minha cidade”, conta. Moradora de Itapoá há 12 anos, a joinvilense iniciou o trabalho voluntário com a elaboração de algumas matérias jornalísticas para o Adeanewsletter e hoje atua diretamente na comunicação da associação, com a produção de conteúdo e gerenciamento dos canais e redes sociais.

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Você conhece a equipe da ADEA?

638 Visualizações 17 abr 2018

Diferentes pessoas, com diferentes idades, culturas e formações fazem parte da equipe da Associação. Entre as várias diferenças dos voluntários, algo em comum: o desejo de cuidar e conservar o meio ambiente em Itapoá.

Acompanhe nossas publicações e conheça todos que fazem a ADEA e seus projetos acontecerem. Conheça hoje Alejandra Villalobos Escalante.

Há quase dois anos em Itapoá, a mexicana Alejandra Villalobos Escalante, de 32 anos, não demorou para conhecer a ADEA e se associar. Logo que chegou à cidade foi visitar a Reserva Volta Velha com o intuito de colaborar como voluntária, assim conheceu a ADEA e hoje já completa 1 ano e 4 meses na Associação.

Bacharel em biologia, ela explica que o desejo pelo trabalho voluntário surgiu com a necessidade de criar experiência e, principalmente, contato com o mercado de trabalho. “Meu objetivo foi adquirir aprendizado e desenvolver competências importantes para a construção da carreira e expandir o ciclo de amizades em uma localidade pequena onde as oportunidades são realmente escassas”, conta.

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ADEA conta com nova diretoria

267 Visualizações 28 mar 2018

Por Augusta Gern

Na sexta-feira, dia 23 de março, ocorreu a Assembleia Geral da Associação de Defesa e Educação Ambiental – ADEA. Foram apresentadas as contas do exercício de 2017, o relatório de atividades do mesmo ano, o orçamento previsto para 2018, o resultado dos projetos em andamento, realizada a posse de novos associados titulares e realizada a eleição e posse do novo conselho diretor e fiscal.

A assembleia ocorreu no Centro de Referência em Estudos de Florestas Costeiras, que iniciará suas atividades nos próximos dias. É importante destacar que o Centro não é patrimônio da ADEA, está agregado à Reserva Volta Velha – RPPN Fazenda Palmital, da qual a associação atua na gestão compartilhada com os proprietários da Unidade de Conservação.

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Por Augusta Gern

Foto cedida pela família de Padre Pedro, Piet Van Der Art.

Grandes projetos não nascem sozinhos. Uma série de motivações e pessoas geralmente estão atrás de boas ideias. Na RPPN Reserva Volta Velha, em Itapoá, isso não é diferente. Criada há 25 anos, ela é fruto de muita vontade, desejo de preservação e também motivações de uma pessoa: Piet Van Der Art, mais conhecido como Padre Pedro.

Holandês, o padre missionário conheceu a família Machado, proprietária da RPPN Reserva Volta Velha, nos anos 80. Como professor de teologia da PUC Paraná, encaminhou suas aulas para temas de ciências naturais, teorias da evolução e conservação, sempre colocando a natureza como elemento de ligação entre Deus e o homem. Sua formação acadêmica era vasta: doutor em teologia, geologia e biologia. Era missionário Marista e, com isso, teve oportunidade de viver em diferentes países, como a Nova Zelândia, Alemanha e Brasil. De sua paixão pela natureza se dedicou muito ao estudo das plantas, em especial a fitossociologia. Esse e outros diferentes conhecimentos, a mente aberta e o desejo de ensinar, é claro, encantou os alunos.

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Que tal aprender a fazer um vídeo que mostre a cultura e as tradições de sua comunidade?

O projeto “Resgatando memórias, fortalecendo tradições” está com inscrições abertas para os moradores das comunidades do Pontal, Figueira e Jaguaruna. As inscrições podem ser feitas online (clique aqui) ou pessoalmente, nos dias 10 e 14 de julho, das 16h30 às 18h30, no Centro de Treinamento do Porto Itapoá.

As vagas são limitadas e serão preenchidas de acordo com as categorias: estudante, professor, pai/mãe com filho estudante e comunidade em geral. Assim, caso tenha interesse, é importante já garantir sua vaga.

O projeto realizará oficinas sobre roteiro e produção de vídeos, captação de áudio, imagens e direção, além de edição e finalização audiovisual. Ao final, os participantes irão produzir um vídeo sobre a sua cultura e tradições. Todas as oficinas serão realizadas na Escola Municipal João Monteiro Cabral e iniciarão em agosto.

Esta é uma iniciativa da ADEA, desenvolvida a partir do projeto Ampliar, do Porto Itapoá.

Clique aqui e faça sua inscrição.

 

Mais informações pelo e-mail: adea.itapoa@gmail.com

Que tal aprender a fazer um vídeo que mostre a cultura e as tradições de sua comunidade?

O projeto “Resgatando memórias, fortalecendo tradições” está com inscrições abertas para os moradores das comunidades do Pontal, Figueira e Jaguaruna.  A iniciativa realizará oficinas sobre roteiro e produção de vídeos, captação de áudio, imagens e direção, além de edição e finalização audiovisual. Ao final, os participantes irão produzir um vídeo sobre a sua cultura e tradições.

As inscrições serão realizadas nos dias 10 e 14 de julho, das 16h30 às 18h30, no Centro de Treinamento do Porto Itapoá. Todos os interessados dessas comunidades, a partir de 12 anos de idade, podem participar.

As oficinas iniciarão em agosto, na Escola João Monteiro Cabral.

Mais informações pelo e-mail: adea.itapoa@gmail.com