Do exemplo a um novo projeto

117 Visualizações 5 nov 2018

Caetano Vargas: o surfista profissional que leva a experiência das ondas itapoaenses para o mundo. Sua história já é conhecida, não é mesmo? Natural de Rolândia – PR, ele chegou à Itapoá aos nove anos e, aos dez, já começou a surfar. Na época, o esporte veio como tratamento de bronquite: na cidade natal praticava natação e como em Itapoá não havia piscinas, arriscou nas ondas da imensidão azul. “Um dia me falaram que ele estava surfando em uma prancha de plástico quebrada, foi então que fomos atrás da sua primeira prancha de surf”, lembra a mãe orgulhosa, Jussara Vargas.

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Quinto capítulo: Ineficácia Governamental

89 Visualizações 19 out 2018

Seguindo a série de publicações do livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”, o artigo de hoje é “Ineficácia Governamental”. Essa série semanal de artigos busca reviver a história e instigar o nosso pensamento crítico através das sábias palavras de João José Bigarella, fundador da Associação em 1974.

Boa leitura!

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Baía Babitonga é tema de pesquisa alemã

202 Visualizações 12 out 2018

Que a nossa Babitonga é cheia de encantos e peculiaridades ambientais a gente já sabe, mas sabe qual é a novidade? A Baía é tema de trabalho da pesquisadora alemã Theresa Schwenk, doutoranda da Universidade de Bremen.

De longe, ela veio para cá estudar as redes socioambientais presentes na Baía Babitonga (entendendo redes sociais como as relações interpessoais que existem). Segundo ela, seu objetivo é criar mapas com os diferentes atores e as linhas de conexão da área socioambiental presentes, as entidades existentes, como elas se relacionam entre si e com que frequência. Essa análise contará com uma comparação do período 2013-2015 e 2015-2017.

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Você conhece a equipe da ADEA?

621 Visualizações 3 out 2018

 

Como você já conferiu, diferentes perfis fazem parte da equipe multidisciplinar de voluntários da ADEA. Entre as diferentes motivações, está a paixão em aprender e ensinar de Carolina Guedes da Silva.

Formada em ciências biológicas, Carolina faz parte da ADEA há cinco anos. Os motivos para dedicar seu tempo à associação são vários, mas destaca: “Acredito no potencial existente nas pequenas ações do dia a dia e na força da organização da sociedade civil em prol da saúde de nosso ambiente”, afirma. Além disso, como profunda admiradora da natureza, tem prazer em contribuir “para manter este grande tesouro natural que existe em Itapoá, colaborando para o encantamento e (re)conexão das pessoas com a natureza”.

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Vamos começar a semana com mais um capítulo do livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”? Escrito pelo renomado João José Bigarella, fundador da Associação em 1974, o livro reúne alguns artigos de sua história e luta pelo meio ambiente no estado do Paraná, especialmente o seu olhar cuidadoso e todos seus esforços pela Serra do Mar.

O artigo de hoje é “Questões de diretas ou indiretas”, de 15 de março de 1984.

Boa leitura!

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Confira mais um capítulo do livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”, de João José Bigarella, fundador da ADEA. O artigo de hoje é “Incúria Governamental”, publicado no jornal Gazeta do Povo, de Curitiba -PR, em 26 de fevereiro de 1984.

Mais de 30 anos depois, a mensagem do professor continua atual: “O tempo é curto!… É preciso agir agora, para o bem de nossa terra!”

Boa leitura!

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Foto: Prefeitura de Itapoá

Na última sexta-feira (14), o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA) se reuniu ordinariamente para tratar da aprovação do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica de Itapoá (PMMA).

Na ocasião, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente apresentou o Plano e todos as etapas de elaboração, e o plenário aprovou por unanimidade. Conforme a Prefeitura de Itapoá: Diferente de outros planos, que demandam a instituição por atos normativos do Executivo ou Legislativo, a aprovação dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA) é garantida aos Conselhos Municipais de Meio Ambiente pela Lei da Mata Atlântica (Lei nº 11.428/2006), que traz em seu artigo 38 esta determinação, que é reforçada pelo artigo 43 do Decreto Federal nº 6.660/2008.

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Seguindo o objetivo de conhecermos um pouco mais sobre quem faz a ADEA acontecer, o perfil de hoje é de Werney Zuñeda Serafini.

Quando se fala em ADEA, para muitos é a imagem de Werney Zuñeda Serafini que logo aparece à mente, não é mesmo? A frente de muitas atividades da associação, ele é mais uma das pessoas que faz parte da equipe.

Natural de Curitiba, frequenta Itapoá desde 1958 e, desde 2002, escolheu a cidade como novo lar. Dois anos após a mudança definitiva, em 2004, ingressou na ADEA. A associação foi conhecida por ele através da Reserva Volta Velha, onde a ADEA atuava. Na época, o biólogo Lúcio Machado, da família dos proprietários da reserva, o procurou para apoio na implantação do projeto de educação ambiental para alunos das escolas públicas e privadas, com uma metodologia criada pelo Glen Helen Outdoor Education Center de Ohio/USA. “Conheci então, o jovem Engenheiro Florestal Juarez Michelotti, que estagiou no instituto americano e pretendia trazer o método para o Brasil. Achei a metodologia interessante e apropriada para conscientizar e sensibilizar as pessoas para as questões ambientais, notadamente em Itapoá, onde minha família manteve empreendimento agropecuário desde os anos 50 e acompanhei, mesmo à distância, o desenvolvimento do município, pois tinha planos de morar no local”, conta.

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Seguindo a série de publicações do livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”, o artigo de hoje é “A piada do IBDF”, o qual o professor fala sobre o o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal. Sua publicação foi no jornal Gazeta do Povo, de Curitiba -PR, em 08 de fevereiro de 1984.

Essa série semanal de artigos busca reviver a história e instigar o nosso pensamento crítico através das sábias palavras de João José Bigarella, fundador da Associação em 1974.

 

Boa leitura!

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Leitura para reviver o passado e instigar o futuro

284 Visualizações 28 jun 2018

Reler artigos é reviver histórias. É isso que o livro “Lutas e frustrações ecológicas. Um desafio”, nos propõem: reviver um pouco da história da ADEA.

Escrito pelo renomado João José Bigarella, fundador da Associação em 1974, o livro reúne alguns artigos de sua história e luta pelo meio ambiente no estado do Paraná, especialmente o seu olhar cuidadoso e todos seus esforços pela Serra do Mar.

Como Luciano Pizzatto traz logo nas primeiras páginas da obra: “A leitura dos artigos publicados pelo Dr. Bigarella, muitas vezes nos levam a discordar em tese de algumas posições, mas jamais, deixar de compreender a elevação e importância da sua mensagem”.

E é dessa forma, para não deixar morrer as mensagens e esforços desse grande homem que iniciamos uma nova série de publicações. A cada semana um artigo será publicado na íntegra. Mais do que reviver a história e homenagear o professor Bigarella, as publicações buscam instigar o pensamento crítico sobre todas as lutas que a ADEA já esteve presente e instigar novas que ainda virão.

Boa leitura!

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