Uma cidade comestível

17 Visualizações 17 fev 2017

Por Werney Serafini

Werney-Serafini-capaNo interior da Inglaterra, Todmorden, uma pequena cidade, fornece verduras para seus habitantes, durante o ano todo.

Tudo começou com o projeto “The Incredible Edible Todmorden” (“A incrivelmente comestível Todmorden”), que consiste no cultivo de hortas comunitárias em espaços públicos da cidade. Os vegetais produzidos são disponibilizados gratuitamente para qualquer morador.

Mais de 40 locais na cidade, das floreiras nas ruas, ao quintal da delegacia de polícia, jardins públicos, pátios de escolas, centros de saúde e até o cemitério local. Como objetivo incentivar a comunidade a cultivar os seus próprios alimentos e sensibilizar as pessoas sobre os recursos que consomem.

O projeto levou dois anos para ‘pegar’. Na reunião de apresentação eram apenas seis pessoas. Agora é aceito por grande parte dos moradores e é divulgado nas escolas da cidade. A prática da horticultura, além de proporcionar alimentos saudáveis, aproximou as pessoas e melhorou o relacionamento entre vizinhos.

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Por Babitonga Ativa O Projeto Babitonga Ativa (Univille) convida as comunidades dos municípios de Araquari, Itapoá, Garuva e Balneário Barra do Sul a participarem do 2º Ciclo de Oficinas de Educomunicação Audiovisual. O ciclo tem o objetivo de multiplicar, de forma vivencial, os conceitos da educomunicação e a produção audiovisual participativa nas comunidades do Ecossistema Babitonga. As oficinas de educomunicação serão realizadas em conjunto com o Ciclo de Saraus Memórias da ​Babitonga, ação da Agenda Integrada de Ecocidadania facilitada pelo Projeto Babitonga Ativa. O ciclo de saraus já passou por São Francisco do Sul, em 4 de fevereiro, e Joinville, em 11 de fevereiro. As oficinas resultarão em audiovisuais com a cobertura participativa de cada um dos saraus. Leia o restante deste post »

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Não falta muito, em poucos meses Itapoá contará com um Centro de Referência em Estudos de Florestas Costeiras. O projeto, desenvolvido pela Associação de Defesa e Educação Ambiental (ADEA), iniciou há cerca de um ano e, depois de várias dificuldades, está em fase de finalização. Não houve chuva, falta de acesso ou falta de energia elétrica que evitassem a concretização desse sonho.

O Centro faz parte do projeto “Implantação do Plano de Manejo: estruturação e desenvolvimento da RPPN Fazenda Palmital (Reserva Volta Velha)”, contemplado pelo Ministério Público Federal no edital sobre a indenização depositada pela empresa Norsul – em virtude do acidente com uma barcaça em 2008, na Baia da Babitonga, em São Francisco do Sul. Seu objetivo é valorizar e estimular cada vez mais a pesquisa científica e educação ambiental na região, ou seja, estimular convênios com universidades brasileiras e estrangeiras, intensificar a produção acadêmica sobre a fauna e flora da região e promover programas de educação ambiental são apenas algumas ideias presentes no projeto.

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ICMBio e Serviço Florestal lançam revista

56 Visualizações 7 fev 2017

11O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) lançaram, na última semana, a primeira edição da Revista Gestão Florestal. “A revista tem o objetivo de ser um instrumento de divulgação das ações do projeto Gestão Florestal para a Produção Sustentável na Amazônia”, destaca Nilton Reis, gerente executivo do SFB.

Com tiragem de 2 mil exemplares, a publicação terá periodicidade semestral e também pode ser acessada online. O público-alvo da revista são os gestores públicos, técnicos, sociedade civil, empresários e pesquisadores que buscam informações sobre florestas públicas, concessões florestais e manejo florestal sustentável.

Clique aqui e confira a primeira edição da revista.

 

Informações de Nana Brasil – ICMBio.

 

 

Por Babitonga Ativa

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O Projeto Babitonga Ativa (Univille) e o Future Earth Coasts (www.futureearthcoasts.org) estão firmando parceria para o compartilhamento de informações e análises sobre os dados colhidos pelo projeto sobre o Ecossistema Babitonga. O Future Earth Coasts oferece uma plataforma para o trabalho em rede de uma comunidade de organizações, cientistas e profissionais de todas as disciplinas da ciência, da engenharia, das ciências humanas e da lei cujo foco de trabalho seja as mudanças ambientais globais, especialmente em zonas costeiras. O objetivo da parceria é dar maior valor aos resultados obtidos pelo Projeto Babitonga Ativa durante sua execução e construir redes de aprendizado internacionais para a saúde do Ecossistema Babitonga.

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Por Assessoria da ADEA

Harri Lorenzi e Vanessa LorenziAos que imaginam que apenas os 32 km de praia convidam e atraem pessoas até Itapoá, estão enganados. No último dia 23 o Centro de Referência em Estudos de Florestas Costeiras recebeu a visita de Harri Lorenzi e de sua esposa Vanessa Lorenzi. Conhecidos pelo envolvimento com as questões ambientais, o casal visitou as obras do Centro e puderam conferir parte dos grandes potenciais do município: a proteção ao meio ambiente.

Harri Lorenzi é engenheiro agrônomo, autor de dezenas de livros sobre plantas e fundador do Instituto Plantarum que, além de uma editora, conta com um laboratório, um jardim botânico e um herbário. Seu vasto conhecimento sobre a flora brasileira veio a somar nos projetos do Centro e, da mesma forma, reafirmar a importância de um espaço para estudos e pesquisas em Itapoá.

Em breve o Centro estará finalizado e contará com programações de visitas para a comunidade local.

Balneabilidade

71 Visualizações 31 jan 2017

Por Werney Serafini

Werney-Serafini-capaCidades litorâneas, especialmente no verão, atraem milhares de pessoas em busca de lazer e entretenimento a beira mar.

Santa Catarina tem no turismo de sol e mar importante atividade econômica, abrigando empreendimentos que dependem da balneabilidade das suas praias. Atributo indispensável: águas limpas e sem poluição.

A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) presta aos turistas e a população, um serviço de utilidade pública: o monitoramento da qualidade da água do mar nas praias catarinenses.

Pesquisas sobre as condições de balneabilidade são realizadas em inúmeros balneários, apontando se as águas estão PRÓPRIAS ou IMPRÓPRIAS para o banho no mar, se estão ou não contaminadas por efluentes de esgoto doméstico.

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Por Augusta Gern

PLANTA

Imagine um mundo mais verde. Imagine pessoas mais educadas e conscientes. Imagine pessoas vivendo em harmonia com a natureza. Isso não está tão longe da nossa realidade. Há várias saídas para conseguir esse resultado, que vão de grandes projetos a simples iniciativas. Uma delas, talvez a mais eficaz, são os viveiros educativos. É fácil sair do imaginário, basta colocar a mão na massa, ou melhor, a mão na terra.

Mas o que são viveiros educativos? Será apenas plantar e colher nas escolas? Ou ensinar sobre as mudas nas salas de aula? Se você acredita que é apenas uma dessas opções, errou. Como o próprio nome nos indica, a principal atividade desenvolvida em um viveiro educativo é a produção e o plantio de mudas de espécies vegetais, porém, não é só isso. O que mais vale em uma atividade como essa não é o que conseguimos ver, mas o que conseguimos perceber, sentir e atribuir à nossa rotina.

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JIBATA, o personagem de uma história

576 Visualizações 6 set 2016

Por Augusta Gern

jibataA cada dia, várias viagens. A cada viagem, várias aventuras. A cada aventura, o surgimento de uma obra. Durante dez meses, esta foi a rotina que marcou a construção do Centro de Referência em Estudos de Florestas Costeiras, projeto desenvolvido pela ADEA – Associação de Defesa e Educação Ambiental**, na RPPN Fazenda Palmital – Reserva Volta Velha, em Itapoá.

Toda construção guarda histórias, e no Centro não é diferente: somente quem participa da obra sabe a memória de superação que o material ali empregado carrega. Afinal, como construir mais de 400m2 em meio à floresta? Como carregar cerca de 150 toneladas de materiais diversos em um precário caminho de areia em época de chuva? Como atravessar quase 3 mil metros de atoleiros diariamente? Leia mais aqui.

Dia 02/04/16 acontece a AGO (Assembléia Geral Ordinária) da ADEA (Associação de Defesa e Educação Ambiental), a ser realizada na Rua 1000 s/n, Reserva Volta Velha, Itapoá-SC. Estão convidados os Sócios Titulares, Cooperadores e Simpatizantes. O edital pode ser acessado aqui.